A saúde do idoso vem sendo pauta crescente há alguns anos. Isso porque a população está envelhecendo com mais saúde, disposição e vitalidade. Por isso, acima dos 60 anos, é considerado “a melhor idade”, uma referência à possibilidade de que, uma vez aposentado, com uma estabilidade de vida feita, é hora de tirar mais tempo para cuidar de si em todos os aspectos da vida.
Essa extensão da qualidade de vida foi possível porque a medicina avançou, bem como a farmacologia. Então, é natural que os cuidados com a saúde do idoso também evoluam.
Logo, para profissionais de saúde, sejam novos ou consolidados, fazer uma pós-graduação nessa área é determinante para que consigam expandir a própria atuação.
Acontece que quem tem mais anos pela frente quer assegurar que eles sejam de qualidade. A própria família analisa com mais propriedade a formação e a experiência de quem se apresenta para cuidar dos seus. Na prática, significa dizer que o mercado está mais exigente.
Esse fator está relacionado com a expectativa de vida. Para se ter ideia, em 2019, o Brasil tinha 6 milhões de idosos a mais do que crianças até 9 anos de idade. Também há previsão de que o número de indivíduos com 80 anos ou mais triplique – de 143 milhões em 2019 para 426 milhões em 2050.
Saiba o que diz a OMS
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as taxas de fecundidade na maioria das regiões estão próximas ou abaixo do que é considerado a “taxa de reposição” – ou seja, a taxa necessária para manter a população estável. Na maioria dos países de alta renda, gira em torno de 2 filhos por mulher.
Essa taxa de natalidade global vem caindo desde a segunda metade do século 20, com a expectativa e a qualidade de vida, também em crescente.
Isso significa que, à medida que a população de idosos aumenta, cresce também um grupo de consumidores, trabalhadores e empreendedores.
Veja como a saúde do idoso faz diferença na economia
Se você for um trabalhador ou empreendedor, está na hora de pensar em ampliar sua formação para, assim, acompanhar as demandas que aparecem nessa nova realidade. Pois, à medida que os idosos vivem mais e com mais saúde, participando ativamente da economia global, eles buscam formas de converter a longevidade em um ativo para a sociedade.
No mercado dos Estados Unidos, por exemplo, os americanos com 50 anos ou mais geraram quase US$ 8 trilhões em atividades econômicas no ano de 2015.
A rede britânica de notícias BBC diz que com os idosos impulsionando uma parte substancial da atividade econômica do mundo, hoje e no futuro, a "economia da longevidade" pode ser uma oportunidade de crescimento ainda não explorada.
Outro levantamento interessante, agora da KPMG, conforme relatório de 2017 sobre consumidores online, realizado em 51 países, os baby boomers (nascidos entre 1946 e 1964) gastam em média US$ 203 por transação na internet, enquanto os millennials "entendidos em tecnologia" gastam uma média de US$ 173.
Entenda como acompanhar essa demanda
No popular, significa dizer que o “pessoal mais antigo” tem interesse e renda suficiente para assegurar melhores cuidados na velhice, e isso inclui a contratação de profissional qualificado para, por meio dele, receber o melhor tratamento possível.
No cenário brasileiro, a saúde do idoso é um tema bastante recorrente e importante para o país, sendo necessário formar pessoas capacitadas para trabalhar da melhor maneira com este público que necessita de atenção e cuidados especiais, principalmente nos hospitais, clínicas e casas de repouso.
Confira os cursos para a capacitação em saúde do idoso:
A pós-graduação UniBFé totalmente online (EaD). Você estudará através de videoaulas, material em PDF, e demais atividades pedagógicas. As provas são realizadas dentro do ambiente virtual.
Nossos cursos podem ser concluídos entre 4 meses até 12 meses. São eles:
· Fisioterapia Gerontológica e Geriátrica;
· Gerontologia e Saúde Mental;
· Enfermagem em Geriatria e Gerontologia;
· Avaliação Física e Funcional do Idoso;
· Estudos em Enfermagem no Atendimento ao Idoso.
Por tanto, se você tem formação em áreas da saúde, sabe bem que hospitais e clínicas valorizam profissionais com especializações. Assim, o atendimento e a situação dos pacientes podem ser resolvidas com qualidade, o que também aumenta a confiança do público nos profissionais e a indicação daquela clínica ou hospital, para outras pessoas. É uma grande geração de valor também para a sociedade, além de para a organização.
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